terça-feira, 29 de março de 2016

Aprendizagem

A turma foi dividida em dois grupos, cada grupo iria desenvolver a mesma atividade, a planta baixa de uma casa para cinco pessoas, atendendo à alguns requisitos.

Finalizadas as etapas e tudo devidamente documentado, em especial as tomadas de decisão, cada integrante foi avaliar o projeto do outro grupo, em seguida, fomos ler as avaliações recebidas.

Aqui foi a surpresa de todos, ou da grande maioria. Percebemos que, mesmo achando que nosso projeto estava bem completo e estruturado, haviam falhas e algumas bem evidentes para quem olhava de fora, para quem não participou de sua construção.

Num segundo momento, ficou evidente como cada grupo havia priorizado alguns aspectos em detrimento a outros e como as ideias e opiniões dos dois grupos se completavam para um projeto maior e mais estruturado de tal forma que atendesse melhor as necessidades de cada morador mesmo com a limitação de recursos.

Fica de aprendizado que:
  • A opinião dos outros é importante.
  • Nem sempre a minha sugestão é a melhor.
  • A experiência de algum colega pode contribuir.
  • Pensar em um problema de forma individual ou em pequenos grupos se mostrou mais efetivo que uma discussão direta num grande grupo.
  • Opiniões e ideias compartilhadas sem barreiras e ouvidas pelo grupo, tende a tornar o trabalho mais rico.


Planta elaborada com o floorplanner


terça-feira, 22 de março de 2016

Os Engenheiros


  Um engenheiro, especialista na construção de pontes suspensas não saiu do
  ensino médio diretamente para este tipo de estudo ou atividade,
  Assim como um médico cirurgião
  não iniciou seus estudos na arte da cirurgia.



Um dentista não iniciou suas atividades  
já fazendo um procedimento de canal ou extração,  
Assim como um Juiz  
não iniciou sua carreira no tribunal.  



Então...



Por que os cirurgiões da fala teriam menor importância?
Os engenheiros das ideias, menor prestígio?
Os guardiões do saber, menor valor?


  Foto: fonte

sexta-feira, 18 de março de 2016

Atenção aos Detalhes


Conheci uma banda aqui de Vitória “Dead Fish” cujo som é bem legal, através do perfil de um colega. Num momento em que o estado do Espírito Santo sofre com a escassez de chuva, conheço dois colegas que não apenas se interessam pela preservação e conservação das águas como também atuam nessas frentes. Enquanto eu estou retornando ao estado depois de cinco anos em Manaus, conheço uma colega também capixaba mas agora um pouco paraense com belas experiências lá em Belém, e um outro, com uma simples foto, foi capaz de me fazer refletir o quão importante é a visão, mas que existe um vasto mundo além desta, e eles também têm muito a nos ensinar.


Estamos tão preocupados em fazer coisas, cumprir tarefas, terminar trabalhos, que perdemos momentos grandiosos, olhares, cumprimentos, a simples observação das coisas, as tonalidades do céu num dia diferente, o comportamento da pessoa que senta ao seu lado e começa a conversar como se te conhecesse a anos. Talvez a ajuda que você precisa está ao seu lado e você ainda não percebeu.

segunda-feira, 14 de março de 2016

Percepções

Diante da dúvida, constantemente nos perguntamos:

- O que os meus colegas estarão fazendo/pensando?

Passado quase uma semana após a primeira aula virtual, dei uma de curioso e passei no blog dos meus colegas a fim de ler suas reações a respeito da mesma aula. Duas coisas me chamou a atenção dentre aqueles que já disponibilizaram seus blogs:

A primeira: Todos estavam em dúvida e curiosos para saber como seria uma aula virtual com pessoas espalhadas pelo Brasil.

A segunda: Todos se surpreenderam com a capacidade de colaboração permitida por algumas ferramentas e a forma como a aula foi dinâmica e produtiva.


Então, que venha a próxima :)

quinta-feira, 10 de março de 2016

O Novo


Tendemos a ter medo do novo, quando não medo, uma certa dose de insegurança toma conta de nossas cabeças, e o que não faltam são coisas novas ao iniciar um mestrado, neste caso no laboratório de informática na educação na UFES (Universidade Federal do Espírito Santo). Já de posse do horário individual das disciplinas, observo que algumas estão sem identificação de sala, dentre elas Ambientes e Ferramentas Computacionais para Suporte à Dinâmicas Colaborativas.

Passado algum tempo, descubro que esta disciplina seria online, ministrada pelo Professor Crediné, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). E agora? Como seria esta experiência?

Durante a graduação, realizada completamente na Universidade Federal do Amazonas (UFAM), alguns professores fizeram o uso de Ambientes Virtuais de Aprendizagem ou AVAs, para auxiliar no andamento da disciplina, promover uma maior interação entre os alunos e auxiliar na realização de atividades extraclasse, porém as aulas ocorriam normalmente, em sala, todas as semanas.

Será uma experiência muito interessante, no mínimo!

A aula começaria as 8 horas. Já estava em meu e-mail um comunicado do professor dizendo que seriam necessários microfone, câmera e uma boa conexão com a internet. Havia me mudado a poucas semanas, ainda estava conhecendo os colegas da república e me acostumando com as variações da rede, que saltava de momentos extremamente velozes a momentos extremamente lentos num curto período de tempo.

Enfim, iniciamos a aula, câmeras funcionando, microfone também depois de uma rápida configuração. Fomos apresentados ao Pbworks, um ambiente colaborativo para a condução de atividades em grupos, dúvidas iam sendo esclarecidas em tempo real, um ajudando ao outro.

A insegurança inicial ia se dissipando, as dúvidas sendo respondidas e uma conclusão ia surgindo: que grande potencial temos a disposição e nem sempre nos damos conta disso ou buscamos conhecer e utilizar.