Quem não gosta de jogos digitais?
Tudo bem, não precisa responder, eu também não sou fã, mas nem por isso podemos
fechar os olhos para alguns pontos positivos incutidos nos jogos.
Um jogo sempre proporciona algum ou
alguns (normalmente) aprendizados ao jogador. Seja através do enredo, da
história contada, ou mesmo das ações que o personagem deve fazer para avançar
nas fazes do jogo, das habilidades exigidas e aprimoradas. Sempre há
aprendizado.
Os “jogadores” não gostam de
joguinhos bobos, fáceis. Estes normalmente não caem na graça do povo. Mesmo que
atraia certo público, provavelmente não será um público fiel e duradouro.
Ai fica uma curiosidade interessante:
Como é produzido um jogo? E não estou falando de programação não.
Quem pensa? Escreve a história?
Desenha os quadros do jogo? Pois sim, todo aquele movimento nada mais é que troca
de figuras numa velocidade bem rápida, na grande maioria das vezes.
Esses elementos que formam o enredo
do jogo são decisivos para atrair ou não os jogadores.
Ai vem outra curiosidade um pouco
mais direcionada: Será que os jogos aplicados na educação não carecem de
enredo? Histórias atrativas? Estes normalmente não provocam tanto entusiasmo
nos jogadores.
Todas estas dúvidas estão sendo
vividas agora, neste momento, no trabalho final da disciplina, desenvolver um
jogo na plataforma Construct 2. Qual o enredo? E o personagem? O que o jogador
aprenderá?
Enfim, está sendo um belo
aprendizado.
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