quinta-feira, 10 de março de 2016

O Novo


Tendemos a ter medo do novo, quando não medo, uma certa dose de insegurança toma conta de nossas cabeças, e o que não faltam são coisas novas ao iniciar um mestrado, neste caso no laboratório de informática na educação na UFES (Universidade Federal do Espírito Santo). Já de posse do horário individual das disciplinas, observo que algumas estão sem identificação de sala, dentre elas Ambientes e Ferramentas Computacionais para Suporte à Dinâmicas Colaborativas.

Passado algum tempo, descubro que esta disciplina seria online, ministrada pelo Professor Crediné, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). E agora? Como seria esta experiência?

Durante a graduação, realizada completamente na Universidade Federal do Amazonas (UFAM), alguns professores fizeram o uso de Ambientes Virtuais de Aprendizagem ou AVAs, para auxiliar no andamento da disciplina, promover uma maior interação entre os alunos e auxiliar na realização de atividades extraclasse, porém as aulas ocorriam normalmente, em sala, todas as semanas.

Será uma experiência muito interessante, no mínimo!

A aula começaria as 8 horas. Já estava em meu e-mail um comunicado do professor dizendo que seriam necessários microfone, câmera e uma boa conexão com a internet. Havia me mudado a poucas semanas, ainda estava conhecendo os colegas da república e me acostumando com as variações da rede, que saltava de momentos extremamente velozes a momentos extremamente lentos num curto período de tempo.

Enfim, iniciamos a aula, câmeras funcionando, microfone também depois de uma rápida configuração. Fomos apresentados ao Pbworks, um ambiente colaborativo para a condução de atividades em grupos, dúvidas iam sendo esclarecidas em tempo real, um ajudando ao outro.

A insegurança inicial ia se dissipando, as dúvidas sendo respondidas e uma conclusão ia surgindo: que grande potencial temos a disposição e nem sempre nos damos conta disso ou buscamos conhecer e utilizar.

Um comentário:

  1. Olá Wagner, concordo com você quando escreveu que "tendemos a ter medo do novo". O novo assusta por não o conhecermos, ou quando já conhecemos vem algumas questões: será que estamos utilizando corretamente, tem mais funcionalidades, vem pra substituir outras coisas... O jeito é ir em frente, "meter a cara", pois vivemos numa sociedade cheia de novidades. E fazemos parte dela!

    ResponderExcluir