segunda-feira, 23 de maio de 2016

Atividades em Grupo


Cheguei num ponto em que acredito que algumas coisas podemos e conseguimos mudar, outras, se permanecem até hoje, talvez devam ser aceitas e respeitadas.


Nunca gostei de fato de trabalhos em grupos, especialmente quando os grupos eram formados pelos professores, colocando os “CDFs” junto com outros que mal sabiam onde estavam. Normalmente, falta objetividade, tem muita conversa paralela e poucos se dedicam a fazer o trabalho com interesse. Provavelmente essas experiências contribuíram e negativamente para isso.

O mundo não é um mar de rosas, e por onde eu ia ouvia longos sermões que na indústria os projetos são divididos em equipes, que na industria isso..., que na industria aquilo... .

Algumas coisas podem ser mudadas, outras devem ser aceitas, e eu já aceitei que não gosto de trabalhos em grupos, mas claro que há trabalhos e trabalhos.

Há pouco tempo realizamos a elaboração de uma história coletiva, cada um apenas podia acrescentar seu parágrafo, dando continuidade à história após o colega da vez acrescentar seu parágrafo, o trabalho era em grupo, mas ao mesmo tempo individual, foi uma experiência única e de muita criatividade.

No último encontro, tivemos outra atividade em grupo, juntar em apenas uma lista os requisitos que havíamos descrito para o protótipo de uma aplicação para a elaboração de histórias coletivas, eu fico bloqueado, eu travo, eu simplesmente não sei o que fazer, e aqui ainda tem o fato de ser um trabalho virtual, realizado entre pessoas fisicamente distante, o que o torna mais complexo ainda na minha visão. A discussão é lenta, via texto, demanda muito tempo, não consigo me envolver de fato com o que está sendo feito, fico a parte, sem saber o que fazer e como fazer de forma a não atrapalhar os outros que estão trabalhando no mesmo documento, só desejando que acabe logo.

Enfim, este é o tipo de atividade que faço porque tenho de fazer, sem gosto, sem prazer, e claro que isso prejudica o aprendizado, como disse a vida não é um mar de rosas e por várias vezes teremos de fazer coisas que não nos agrada, talvez esse seja um bom aprendizado.

4 comentários:

  1. Eita, Wagner... Hashtag #chateado, hein :D
    Mas concordo em boa parte com o você escreveu. Eu também fiquei entediado boa parte do tempo quando estávamos fazendo a atividade da última aula. "A discussão é lenta, via texto, demanda muito tempo, não consigo me envolver de fato com o que está sendo feito, fico a parte, sem saber o que fazer"... é uma boa descrição de como nos sentimos. Acho que a chave é driblar o tédio tentando adiantar as coisas, como fiz quando parti para os Requisitos Não-Funcionais.

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    1. Pois é Marcos! A sua estratégia é muito boa. Em reuniões deste tipo sempre ficamos deslocados em algum momento, como espectadores. Buscar algo para adiantar sempre ajuda o grupo nestas horas. Também usei esta estratégia no começo da discussão, quando todos decidiam sobre como proceder. Neste momento, comecei a pegar os requisitos de todos os grupos e a colocar em uma única planilha. Acho que esta atividade acabou ajudando o grupo mais a frente.

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  2. Poxa Wagner, temos que mudar essa opinião. Talvez mudar algumas estratégias de comunicação a distância. Mas pelo que entendi "Batman", prefere sozinho. Como estamos na próxima atividade na mesma equipe, vamos bolar maneiras do andamento do trabalho ser prazeroso e produtivo.
    ;-)

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    1. O Batman que me referi é você!
      E nesta ultima atividade, quando ficamos no grupo maior, não cometemos os mesmos problemas que na primeira atividade. Ficamos mais centrados, focados, e acabamos dividindo a tarefa. Foi mais organizado.

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