sexta-feira, 20 de maio de 2016

Como fazer (ou não) uma dissertação de mestrado


Primeira regra, suma por pelo menos três meses, depois apareça, preferencialmente num domingo, enchendo a caixa de e-mails de seu orientador de mensagens do tipo: "Estou desesperado, o que faço?".

Em seu texto, Raul expressa de forma cômica algumas coisas que, por mais absurdas que pareçam, acontecem na vida real, no dia-a-dia de muitos orientandos e orientadores.

Algumas são bem obvias, outras nem tanto, porém o que vale mesmo é a reflexão que tiramos de cada uma, e aqui, o importante é perceber que não se aplica único e exclusivamente à uma dissertação de mestrado, mas são aprendizagens que podem ser usadas em diversas outras áreas da vida.

Afinal, tudo pode ser comparado a construção de uma casa, mostrada na figura 1, jamais será possível conclui-la se não for inciada pelo telhado!

Figura 1 - Casa em construção

4 comentários:

  1. Não tinha me dado conta de que poderia ser aplicado a outras área da vida.

    Um dúvida: não entendi esse imagem do foguete com o tema "construção de uma casa".

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    1. É um "bode" rsrsrs, como o autor menciona, um erro proposital para desviar a tenção dos leitores de outros erros mais graves.

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  2. E tome bode... rsrsrs. Será que esse artifício é muito frequente em dissertações? Será que alguns professores conseguem identificar um erro como bode?

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  3. Excelente texto, Wagner. Alguns pontos também não achei tão obvios, abrindo margem para interpretações. Concordo que podemos sim utilizar em outras áreas da vida.

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