Na aula de hoje (10/06/2016) a
conversa foi sobre a aprendizagem proporcionada pelos jogos digitais.
Até pouco tempo atrás, a ainda hoje
nos interiores, brincadeiras de criança era/é empinar pipa, jogar bola (porque
criança não diz que vai jogar futebol), jogar boleba ou bolinha de gude, pular
amarelinha, jogar queimada, dentre outras estrepolias que criança adora fazer,
tipo sair correndo na chuva pulando nas poças d`água.
Porém, as novas gerações têm
praticado cada vez menos estas brincadeiras do mundo real e cada vez mais as
brincadeiras do mundo virtual. Os dispositivos móveis com seus infinitos
joguinhos conquistaram de vez a garotada e até mesmo alguns marmanjos que nos tempos de sua juventude já jogavam os jogos de console.
Enfim, independente da plataforma do
jogo, será que proporciona algum tipo de aprendizado ao jogador?
Fala-se muito em gamificação,
especialmente nos jogos educacionais, mas porque será que estes não despertam o
mesmo interesse e a mesma atração que os jogos tradicionais?
Bem, não há dúvida quanto ao
aprendizado. O jogador está explorando um ambiente desconhecido, um novo mundo,
normalmente se faz necessário alguma estratégia, há desafios, movimentos
rápidos, percepções do ambiente, pensar e agir rapidamente para avançar para os
níveis seguintes, dentre outros. Os aprendizados são diversos.
Particularmente falando, jogos
digitais não permeiam a minha vida, cresci no interior com o pé no chão mesmo,
andando de bicicleta, empinando pipa, jogando bola dentre tantas outras
brincadeiras de crianças. Fui apresentado ao computador já com meus 18 anos com
uma perspectiva mais de trabalho que diversão.
Enfim, é um ramo extremamente recente
e interessante para se discutir, estudar e mesmo observar. Vejamos as cenas dos
próximos capítulos.
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